ENSAIOS PARA UM
ARBORESCER

ARTE E AMBIENTE

ARBORESCER, consiste numa série de residências e eventos artísticos que nascem do estudo de seis árvores da nossa floresta autóctone, cruzando conhecimentos de arqueobotânica e paleoecologia, imaginário e mitologias das árvores com recolha etnográfica sobre práticas tradicionais atuais e/ou primitivas de quem com elas, nelas e a partir delas vive e cria.
 

PRÓXIMO EVENTO

Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian
Anfiteatro ao ar livre
19 junho, 14.30-17.00H
Narração oral e pintura paisagista
O encontro iniciará com uma narração, sobre 6 árvores nativas da floresta portuguesa que podemos encontrar no Jardim Gulbenkian. A partir daí, cada um é livre para “aguarelar” as árvores que mais gostar e no final haverá uma partilha das aguarelas no anfiteatro de ar livre.
Com a colaboração de António Bartolo e os Aguarelistas.

entrada livre


Criação:
Ana Sofia Paiva
Produção:
Memória Imaterial
Fundação Calouste Gulbenkian
.

Agenda e mais info: brevemente.

LU.GAR.PAISAGEM

A voz, o olhar e a arte dos pintores e desenhadores sobre a paisagem

BREVEMENTE

Reflexão sobre a pintura paisagista, construída a partir de entrevistas a pintores e desenhadores residentes em Torres Vedras, intérpretes privilegiados do “espírito do lugar”. Quem são, em que lugares gostam de desenhar e pintar? Quando o fazem? Como sentem a interação da paisagem nas suas criações? Os pintores e os desenhadores paisagistas constituem uma rede de olhares artísticos sobre os lugares que elegem para pintar. Hoje, a prática da pintura e desenho de paisagem, a pintura de exterior, está vulgarizada por todo o território apesar de arredada do debate artístico contemporâneo. Estes pintores constituem escolas informais e redes de contacto intensas, expõem com frequência, trocam desenhos e pinturas entre si, organizam encontros nacionais e internacionais. As comunidades continuam a beneficiar do olhar sobre a natureza e os lugares que estes artistas nos dão, com a sua atenção à luz, ao enquadramento...

Torres Vedras

13 a 22 de maio 2022

Espetáculos
Instalações
Oficinas
Colóquio

A Festa do LU.GAR aconteceu, este ano, em Torres Vedras. Os contos, cantos e outras criações habitaram a cidade entre 13 e 22 de maio. Como esta é uma festa de narradores e de quem gosta de ouvir uma ou mil histórias bem contadas, de pessoas que utilizam um vasto chão de palavras para semear imaginários, e como de palavras se fazem também os livros, esta foi uma festa que se associou ao projeto Torres Vedras - Cidade dos Livros.

Contou com sessões de narração/contação, encontros com escritores, colóquios, oficinas, performances teatrais, leituras públicas participadas, exposições de ilustração, livros de artista e micro-livros,  exposição de livros de cordel, um encontro de performers e investigadores dedicados à literatura tradicional e literaturas marginais e a participação de criadores em sessões públicas.

A Cidade dos Livros e a Festa do LU.GAR contaram com a presença de mais de 40 convidados de Portugal, Brasil e Espanha, num total de 60 sessões para o público em geral, e múltiplas sessões para a comunidade escolar. No total, cerca de 2700 pessoas participaram nesta festa.

A cooperativa cultural Memoria Imaterial CRL organiza esta Festa do LU.GAR com o apoio da Câmara Municipal de Torres Vedras e da Direção Geral das Artes-Ministério da Cultura.

Outros LU.GAR.es

EST NON EST

Instalação multiplataforma

Vagos: 7 a 27 de abril
Alenquer: 30 de abril a 30 de maio
Torres Novas: 1 de junho a 30 de julho

2018 - 2019

A primeira fase do projeto centrou-se na malha urbana de Alenquer. Visite

ver +

2020

A segunda fase do projeto, foi exclusivamente virtual devido à pandemia. Visite

ver +

2021

Esta terceira vida do projeto propõe ações presenciais e iniciativas virtuais. Visite

ver +

LU.GAR propõe mapear territórios culturais. Sobre esse mapa queremos inscrever novas narrativas que reinterpretem as memórias do lugar e criem novas vivências utilizando discursos e percursos artísticos.
Enquanto criadores e produtores culturais defendemos a confluência entre memória, ecologia e arte. Investigamos e criamos a partir das dimensões social, científica, política, ecológica e filosófica da nossa era, já caraterizada como Antropoceno. Este projeto reflete as nossas opções de trabalho fundindo a história dos lugares com a memória viva dos habitantes e com intervenções artísticas multiplataforma - novos média, teatro, narração oral, artes visuais.
LU.GAR pretende construir uma relação inclusiva com a comunidade. Várias ações são desenhadas a partir da escuta e estudo da tradição oral local, histórias de vida e saberes tradicionais - com a colaboração ativa da população residente - enquanto outras são implementadas em locais marcantes da memória coletiva, incentivando o diálogo e fruição públicos.